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Mostrando postagens com o rótulo Agroecologia

Ruim para o produtor e para o consumidor

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Ruim para o produtor e para o consumidor FONTE: http://www.greenpeace.org/brasil/pt/O-que-fazemos/Transgenicos/ A introdução de transgênicos na natureza expõe nossa biodiversidade a sérios riscos, como a perda ou alteração do patrimônio genético de nossas plantas e sementes e o aumento dramático no uso de agrotóxicos. Além disso, ela torna a agricultura e os agricultores reféns de poucas empresas que detêm a tecnologia, e põe em risco a saúde de agricultores e consumidores. O Greenpeace defende um modelo de agricultura baseado na biodiversidade agrícola e que não se utilize de produtos tóxicos, por entender que só assim teremos agricultura para sempre. Plantação de arroz vermelho, variedade que pode desaparecer com a plantação de arroz transgênico. © Greenpeace / Lunaé Parracho Os transgênicos, ou organismos geneticamente modificados, são produtos de cruzamentos que jamais aconte...

Transgénicos: nome de código, "Monsanto"

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As recentes decisões assumidas pela Comissão Europeia para facilitar o cultivo e utilização de organismos geneticamente modificados (OGM) ou transgénicos, apesar dos riscos para a saúde pública e o ambiente, foram acompanhadas por declarações a favor da capacidade de decisão dos governos dos Estados-Membros. No entanto, há que habilitar os cidadãos com informação que lhes permita ir mais fundo no conhecimento sobre o assunto. Na altura, a eurodeputada Marisa Matias, do grupo da Esquerda Unitária (GUE/NGL) perguntou “qual a urgência de tais decisões?” tomadas pela Comissão quando há legislação em preparação e prestes a sair. Uma das respostas pode ser encontrada numa simples palavra: “Monsanto”. Monsanto é a multinacional que controla mais de 90 por cento das sementes transgénicas que se vendem em todo o mundo. Quem relata melhor a história é a investigadora Marie-Monique Robin no seu livro “O mundo segundo Monsanto: da dioxina aos OGM, uma multinacional que lhes deseja o m...

Aspartame . . . a desagradável verdade!

Encontramos tantíssimas informações sobre a toxicidade do aspartame no site http://www.dorway.com desde quando – cerca há um mês – afrontamos o tema pela primeira vez. Visto a absoluta nocividade desta substância, dos adoçantes e dos alimentos “dietéticos” que a contenham, sustentamos que é importante difundir estas informações. A escolha foi aquela de traduzir um artigo de Mark Gold, que ilustra não somente os mecanismos da toxicidade do aspartame mas também o que aconteceu ocultamente sobre a sua aprovação pela parte do FDA, orgão americano que não parece assim tão imparcial como se faz acreditar das nossas partes. ==================================== Aspartame . . . a desagradável verdade! Artigo à cura de : Mark Gold mgold@holisticmed.com (pesquisador sobre estes temas por bem 20 anos) O aspartame não tinha sido aprovado para a utilização nos alimentos até 1981. Por mais de oito anos a FDA (Foods and Drugs Administration – Administração dos Al...

Os problemas ambientais da soja transgênica

Os problemas ambientais da soja transgênica por Roberto Villar Belmonte* As evidências de impactos ambientais das lavouras transgênicas são crescentes, diz Roberto Villar Belmonte em artigo para a EcoAgência de Notícias. A soja transgênica é assunto na imprensa brasileira, com maior ou menor intensidade, desde 1997 quando os agricultores gaúchos começaram a contrabandear grandes quantidades de sementes RR da Argentina. Na época, a Polícia Federal abriu inquéritos no interior do Estado e os ecologistas começaram os alertas sobre riscos à saúde humana e ao meio ambiente. Após anos de discussão, foi finalmente aprovada em março de 2005 a Lei de Biossegurança, recentemente regulamentada por decreto. Após quase uma década de polêmica, ainda não se tem notícia de algum consumidor que tenha morrido ou ficado com alguma seqüela por ingerir algum produto à base de soja resistente ao herbicida glifosato. No entanto, as evidências sobr...

Soja transgênica: qual o problema?

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Soja transgênica: qual o problema? Texto: Anna Carolina Fagundes Todos os seres vivos carregam em suas células uma espécie de carteira de identidade – o DNA. A engenharia genética trabalha com a manipulação do DNA, criando novas características para o ser vivo – seja trocando a ordem dos genes ou introduzindo um novo gene, alheio à composição original. O gene modificado é chamado de transgene, daí o termo 'transgênico' para definir o novo ser vivo que é gerado desta manipulação. Ela também é conhecida como GM, geneticamente modificada. Mudando a 'identidade' do animal ou planta, pode-se obter praticamente qualquer coisa. As experiências com manipulação de genes já criaram desde ratos que brilham no escuro até plantas com genes de doenças em seu DNA que podem funcionar como vacinas. Na agricul...

O Roundup, o câncer e o crime do “colarinho verde”

É surpreendente como, diante da expansão do cultivo da soja transgênica, vem sendo construída uma imagem positiva do herbicida Roundup e de seu ingrediente ativo, o glifosato. Em recente pesquisa de campo realizada com agricultores no Rio Grande do Sul, chamam a atenção a forma como o agrotóxico vem sendo considerado pelas pessoas que estão em contato direto com o produto e, sobretudo, os argumentos que estão sendo difundidos com a clara intenção de amenizar seus possíveis efeitos à saúde e ao meio ambiente. A opinião difundida é de que o glifosato seria menos prejudicial em comparação aos herbicidas anteriormente utilizados. Este é um dos principais argumentos criados pela Monsanto para propagandear as vantagens da soja transgênica, baseado na classificação toxicológica do produto no Brasil co...

Assentamento do MST no Paraná produz e exporta cachaça para a Europa

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Assentamento do MST no Paraná produz e exporta cachaça para a Europa 2 de setembro de 2009 Produção Copavi: Imagem da cachaça Camponesa Do G1 Acabou o tempo em que o único objetivo dos sem-terra era o cultivo destinado somente à subsistência. Hoje, de olho no mercado, famílias de um assentamento do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) investem na produção agroecológica e exploram até potencial de exportação de seus produtos. É o caso da cachaça da marca Camponesa, que é produzida no Assentamento Santa Maria, em Paranacity (PR), onde vivem 21 famílias – cerca de 70 pessoas - que formam a Cooperativa de Produção Agropecuária Vitória Ltda (Copavi). Parte da produção anual de 10 mil litros da cachaça é exportada para a França, além de ser vendida também em todo o Brasil. Valmir Stronzake, membro do Conselho Administrativo do Assentamento Santa Maria, explica que a fabricação de cachaça começou em meados de 2002 e...

"Amazônia Biodivertida: Os Ativistas - Greenpeace"

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"O Consumidor Têm o Direito de Saber"

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Denúncia: Soya e Liza são transgênicos  

GMO (Organismos Geneticamente Modificados)

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"A soja no entorno do território indígena Krahô - Brasil"

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"O Mundo Segundo a Monsanto"

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"O Perigo do Trangênico"

Ruim para o produtor e para o consumidor Plantação de arroz vermelho, variedade que pode desaparecer com a plantação de arroz transgênico. © Greenpeace / Lunaé Parracho Os transgênicos, ou organismos geneticamente modificados, são produtos de cruzamentos que jamais aconteceriam na natureza, como, por exemplo, arroz com bactéria. Por meio de um ramo de pesquisa relativamente novo (a engenharia genética), fabricantes de agroquímicos criam sementes resistentes a seus próprios agrotóxicos, ou mesmo sementes que produzem plantas inseticidas. As empresas ganham com isso, mas nós pagamos um preço alto: riscos à nossa saúde e ao ambiente onde vivemos. O modelo agrícola baseado na utilização de sementes transgênicas é a trilha de um caminho insustentável. O aumento dramático no uso de agroquímicos decorrentes do plantio de transgênicos é exemplo de prática que coloca em cheque o futuro dos nossos solos e de nossa biodiversidade agrícola. Diante ...